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Brasil terá maior redução tarifária média com taxa de Trump, diz pesquisa.

As tarifas de 15% anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, beneficiarão principalmente Brasil, China e Índia. A avaliação é do monitor de política comercial Global Trade Alert.

O que aconteceu
Organização estimou que, em média, haverá reduções tarifárias de -13,6 pontos percentuais para o Brasil, -7,1 p.p. para a China e -5,6 p.p. para a Índia. O cálculo levou em consideração os 20 principais países de origem das importações dos EUA.

Suprema Corte norte-americana derrubou tarifas impostas por Trump. A decisão foi tomada com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). Agora, as tarifas estão amparadas na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974.

A nova cobrança de Trump substituirá percentuais anteriores mais altos. Agora, uma sobretaxa fixa de 15%, vinculada à Seção 122, substituirá as alíquotas da IEEPA específicas por país. Essas novas tarifas de até 15% valem por até 150 dias — justificativa é enfrentar desequilíbrios no balanço de pagamentos, sem investigação prévia.

Quem pagava tarifas mais baixas sairá perdendo. Reino Unido (+2,1 p.p.), Itália (+1,7 p.p.) e Singapura (+1,1 p.p.) deverão desembolsar mais, porque a sobretaxa de 15% da S122 supera o que pagavam sob o regime da IEEPA.

O jornal inglês Financial Times publicou a íntegra do estudo. “Países como China, Brasil, México e Canadá, que foram os mais duramente criticados pela Casa Branca e alvo de tarifas da IEEPA sob ordens executivas especiais, foram os que mais viram suas tarifas caírem”, disse o economista e diretor-executivo do Global Trade Alert, Johannes Fritz, ao veículo.

O economista alerta que o cenário, porém, ainda é incerto. Isso porque o novo regime é temporário, e o governo americano indicou que pode impor outras medidas específicas por país.

Global Trade Alert explica que a taxa fixa “trata todos os países de forma igual em termos nominais”. “Sob o regime anterior à decisão, a dispersão era ampla: países como China e Índia enfrentavam tarifas muito acima da média global, enquanto Canadá, México e a maioria dos exportadores europeus ficavam bem abaixo dela”, afirma.

“O regime da Seção 122, com alíquota de 15%, comprime significativamente essa dispersão. Como a sobretaxa é fixa, a variação específica por país diminui. A China ainda enfrenta o maior ônus tarifário relativo, mas a diferença se reduziu. Países que antes eram pouco tributados agora estão mais próximos da média.”
-Global Trade Alert

Outros países que enfrentavam cobranças altas com base na IEEPA, como Índia, Tailândia e Vietnã, também terão taxas mais baixas. Grande fornecedor mundial de têxteis e artigos esportivos, o Vietnã havia sido um dos países mais atingidos pelo tarifaço. O país do sudeste asiático tem nos EUA um mercado importante, em parte porque fabricantes transferiram a produção da China para o Vietnã.

O que dizem especialistas
Especialistas ouvidos pelo UOL apontam que a nova cobrança pode ser pontualmente benéfica ao Brasil. Apesar de trazer um cenário de incertezas, uma das consequências é a desvalorização do dólar.

Queda da moeda norte-americana ajuda, por exemplo, a controlar a inflação no Brasil. Segundo o professor de Economia da FGV Joelson Sampaio, isso pode abrir espaço para o Banco Central reduzir a taxa de juros. “Uma parte da inflação de 2025 ter cedido é por conta do dólar que cedeu bastante”, observa.

Cenário também melhora para viagens de turismo aos EUA e investimentos. O professor afirma que o Brasil pode se tornar um cenário interessante para investir, diante das incertezas do país norte-americano.

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